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<title>Vrod </title>
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<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 02:29:47 +0100</pubDate>
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<title>Vrod </title>
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	<title>Molotoff</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/10/28/molotoff</link>
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		<description><![CDATA[<p>Molotoff Pudding  This recipe comes from a Traditional Portuguese Pudding book. It's easy to make and it's delicious.</p>
<p>For the pudding<br />
7 egg whites<br />
2 teaspoons cornstarch<br />
7 tablespoons sugar<br />
100 g slivered almonds, roasted</p>
<p>For the egg sweet<br />
7 egg yolks<br />
1 teaspoon cornstarch<br />
8 tablespoons water<br />
8 tablespoons sugar<br />
lemon juice, to taste<br />
2 tablespoons butter, for greasing</p>
<p>1. Whip the egg whites until they are very stiff and firm.<br />
2. Add the cornstarch very slowly, always continuing to whip.<br />
3. Put the sugar in a pan and heat until it becomes golden.<br />
4. Add it, while hot, to the whipped whites, to give them colour.<br />
5. Heat the oven at a low heat.<br />
6. Meanwhile, prepare a pan with boiling water that is big enough to fit your cake tin in, to cook the pudding in a warm water bath.<br />
7. With butter, grease a tube or bundt pan.<br />
8. Put in the whipped whites, smooth the surface and place in the oven, in the bain-marie pan, to cook for 7 minutes.<br />
9. Watch that it doesn't become too brown.<br />
10. Turn off the oven and leave the pudding inside.<br />
11. Allow to cool for 15 minutes with the oven door open or shut, depending on the colour of the pudding, which should never be darker than light brown.<br />
12. Meanwhile, make the egg-sweet, boiling the sugar with the water until it forms a thick syrup.<br />
13. Remove from the heat and when cool add the egg yolks, beaten with the cornstarch and a few drops of lemon juice.<br />
14. Let it boil up again and if too thick add a little more water.<br />
15. Very carefully, remove the pudding from the tin.<br />
16. Place in a deep dish, cover with the egg sauce and decorate with the roasted almonds.</p>
<p>Enjoy!!
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/10/28/molotoff#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 22:09:05 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>sleeping sun</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/09/30/sleeping-sun</link>
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		<description><![CDATA[<div width="240" height="220" align="center"><embed src="http://www.metrolyrics.com/scroller/heart.swf?lyricid=2147436745" quality="high" wmode="transparent" width="240" height="210" name="scroll" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><br /><a href="http://www.metrolyrics.com/sleeping-sun-lyrics-nightwish.html" title="Sleeping Sun Lyrics">Sleeping Sun Lyrics</a></embed></div>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/09/30/sleeping-sun#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 21:25:49 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Como uma Estrela - Royalistick</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/09/19/como-uma-estrela-royalistick</link>
	<guid>http://tascha.nireblog.com/post/2008/09/19/como-uma-estrela-royalistick</guid>
		<description><![CDATA[<p>Como uma estrela, que só brilha quando quer<br />
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver<br />
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura<br />
Mas uma estrela mais brilhante brilha na noite mais escura<br />
Olha pró céu e escolhe a estrela mais brilhante<br />
Pede um desejo que eu peço o meu num instante<br />
Eu quero tudo uma palavra, o gesto que eu imagino<br />
Num momento em que consigo mostrar quanto valorizo o teu brilho<br />
Peço a coragem pra dizer de forma que percebas<br />
qué pelo brilho e pra que brilhes sem que te esqueças<br />
Enquanto te observo se mais ninguém olhar pra ti<br />
Eu espero que a noite caia só pra te ver brilhar pra mim<br />
Sem os afectos que o teu mundo ainda te nega<br />
Eu sinto obrigação de te mostrar que vale a pena<br />
Brilhar por um sorriso, pela coisa mais pequena<br />
Seja quando já estás bem ou quando choras num telefonema<br />
Que eu acredito no teu brilho e em tudo o que fazes<br />
Eu só te tento motivar a brilhar sem que te apagues<br />
Só quero isso mesmo quando tu te vais<br />
Porque eu acredito e sei que consegues brilhar ainda mais</p>
<p>Como uma estrela, que só brilha quando quer<br />
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver<br />
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura<br />
Mas a estrela mais brilhante brilha na noite mais escura</p>
<p>Como uma estrela, que só brilha quando quer<br />
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver<br />
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura<br />
Mas uma estrela brilhante brilha em qualquer noite escura</p>
<p>Se consegues ver o brilho que te trás a melodia<br />
Vês um suspiro num esforço que o meu rosto evidencia<br />
Que não desiste porque não é por receber ou dar<br />
É reconhecer a estrela que o mundo não vê brilhar<br />
E o sacrifício fez-me ditar mal sentenças<br />
Que só queria que tu visses que vales mais do que tu pensas<br />
Eu não quero que brilhes num coração de porta fechada<br />
Só porque as estrelas do céu a mim já não me dizem nada<br />
Tu és a estrela que eu mais gosto de ver brilhar<br />
Eu confesso que admiro o teu brilho ou te valorizar<br />
Eu só quero que brilhes, eu só quero que fiques<br />
Feliz sem que tu retribuas ou justifiques<br />
Que saibas que quem te ajuda, comforta e se preocupa<br />
Não quer nada em troca ou colocar-te em posicão de culpa<br />
Não deves nada e não posso ser mais sincero<br />
Quando digo que o sorriso no teu rosto é tudo o que eu quero<br />
E a promessa que sorrirás toda a vida<br />
Mesmo que o tempo me leve um momento de despedida<br />
Como uma estrela que mesmo depois de extinta<br />
Ainda brilha no céu negro de uma noite limpa<br />
Nos ilumina quando o escuro nos mete medo<br />
Que nos fascina por saber que ali vive um segredo<br />
E quando o sol se põe tudo parece mais fácil<br />
No escuro o teu brilho faz te parecer menos frágil<br />
Por isso brilha brilha como nunca agora<br />
Não tenhas medo de poder brilhar pela noite fora<br />
Se isto não faz sentido também não faz o que tu dizes<br />
Que tu gostas das estrelas e elas nem sabem que existes</p>
<p>Como uma estrela, que só brilha quando quer<br />
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver<br />
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura<br />
Mas a estrela mais brilhante brilha na noite mais escura</p>
<p>Como uma estrela, que só brilha quando quer<br />
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver<br />
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura<br />
Mas uma estrela brilhante brilha em qualquer noite escura
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/09/19/como-uma-estrela-royalistick#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 20:33:15 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Superstições</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/08/09/supersticoes</link>
	<guid>http://tascha.nireblog.com/post/2008/08/09/supersticoes</guid>
		<description><![CDATA[<p>Os humanos batem três vezes com os nós dos dedos na madeira e dizem ao mesmo tempo: “Isola” ou “O diabo seja cego, surdo e mudo”.</p>
<p>De facto, este deve ser o número um do top das superstições. Não deve haver ninguém, que depois de proferir alguma sentença azarenta (as relacionadas com a morte são as que provocam reacções mais barulhentas), não procure desesperadamente um pedaço de madeira. Ora, como todos nós sabemos, a madeira é um material que isola. Ao tocar na madeira, estamos a fazer barulho para evitar que o diabo oiça as palavras indesejadas que acabámos de dizer.</p>
<p>Os humanos não passam por baixo de escadas. Dizem que dá azar. E não, não tem nada a ver com receio de que estas lhes caem em cima.</p>
<p>Há duas justificações que dão força a esta ideia. A primeira relaciona-se com o facto de o triângulo ser: para muitas religiões, o símbolo da vida. Ora, uma escada encostada a uma parede encostada completa um triangulo e quando alguém passa no meio dele está a rompê-lo, ou seja, a interromper a própria vida.<br />
A outra explicação tem a ver com o facto de há muitos séculos as escadas terem sido o instrumento utilizado para enforcar criminosos e os seus fantasmas permanecerem junto delas.</p>
<p>Os humanos assustam-se quando um gato preto se lhes atravessa à frente.</p>
<p>O gato sempre foi visto como um animal com “poderes” especiais. No antigo Egipto era um ser divino, razão pela qual ainda hoje se diz que um gato tem sete vidas. Eram ainda os companheiros das feiticeiras, e estas, por sua vez, também podiam assumir a forma de gatos. Assim, nunca se sabe se o gato preto que caminha à nossa frente não será uma feiticeira.</p>
<p>Os humanos detestam partir espelhos. E o problema não está no seu valor!</p>
<p>Toda a gente sabe que um espelho partido significa sete anos de azar. A justificação para isto é que já não é assim tão conhecida. Diz uma velha tradição que o espelho reflecte a alma de quem olha para ele. Quando se parte um espelho, quebra-se igualmente a alma de quem olhou para ele e, consequentemente, perde a oportunidade de se salvar após a morte.</p>
<p>Quando entornam sal, os humanos têm o estranhíssimo hábito de atirar pitadas do mesmo por cima do ombro.</p>
<p>Dada a sua capacidade de conservar os alimentos, o sal foi identificado como aquilo que combate a podridão, o espírito da morte. Ora, quem derramasse sal, estaria a destruir o símbolo da vida, e logo o espírito do mal se colocaria atrás do seu ombro esquerdo. Para o afastar, seria necessário atirar um pouco de sal directamente para a cara – por cima do ombro esquerdo!!!!!!!!!!!!!</p>
<p>Os humanos não abrem um chapéu-de-chuva dentro de casa. Nem para ver se aquele que acabou de lhes ser oferecido é bonito!!!!!!!</p>
<p>A origem desta ideia vem do Oriente, onde os chapéus eram utilizados para proteger do sol. Considerava-se que abrir um chapéu onde não houvesse sol era um mau agoiro e, por essa razão, era impensável faz elo em casa. Por outro lado, em muitas outras partes do mundo espalhou-se a ideia de que este objecto tinha poderes sobre o estado do clima. Assim, não era conveniente utiliza-lo para outros fins que não esses.</p>
<p>Os humanos colocam uma ferradura à entrada de suas casas!</p>
<p>São muitas as razões por que um objecto tão peculiar é considerado um amuleto. Por um lado, a ferradura é feita no fogo sagrado. Por outro, sagrado também é o ferro, dado o seu brilho ter o poder de cegar os espíritos maus. Confirmava ainda esta ideia de objecto sagrado o facto de os animais deixarem colocar ferraduras nos seus cascos sem se queixarem de dor. Segundo outras opiniões, o formato da ferradura simbolizava o céu e o telhado de casa, representando a vida espiritual e material do homem. Se for colocada de lado, tem ainda a característica de representar a inicial do nome de Cristo.</p>
<p>Os humanos colocam velas acesas nos bolos de aniversário!!!!!!</p>
<p>Este é um costumo que tem origem no ritual da deusa grega Artemisa, deusa da lua e padroeira dos casamentos e dos partos. Este ritual era comemorado com fogos sagrados e sobre os altares eram colocados bolos em forma de lua.. È também proveniente daí a ideia de que as velas devem ser apagadas com um só sopro para que se realize um desejo.</p>
<p>Os humanos não gostam nada do número 13!!!!!!!!!!</p>
<p>13 Era o número de pessoas que se sentaram à mesa da última ceia de Cristo. Por essa razão, os mais supersticiosos nunca se sentam a uma mesa com esse número de pessoas, pois isso significaria que uma delas morreria. Quando se conjuga o 13º dia do mês com uma sexta-feira, ainda mais perigoso se torna, na medida em que associado à sexta-feira estão “só” acontecimentos como: a crucificação de Cristo, a tentação de Eva pela serpente e o inicio do dilúvio.
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/08/09/supersticoes#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 21:26:15 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Bandeira</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/08/08/bandeira</link>
	<guid>http://tascha.nireblog.com/post/2008/08/08/bandeira</guid>
		<description><![CDATA[<p>Bandeira Nacional Portuguesa</p>
<p>Descrição Heráldica e Considerações Históricas<br />
Os símbolos da Pátria são: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional e o Chefe de Estado.<br />
A Bandeira Nacional representa as lutas da fundação, a independência e restauração de Portugal e os descobrimentos marítimos.<br />
No reinado de D. Afonso Henriques a Bandeira era branca com uma cruz azul larga ao centro, simbolizando o emblema do cruzado e o azul, a cor principal das armas da Casa de Borgonha.<br />
Sofrendo várias alterações ao longo dos vários reinados, a Bandeira Nacional com a Implantação da República passa a ser verde e vermelha, sendo composta por um rectângulo de pano cuja altura é igual a dois terços da largura.<br />
É dividida em duas partes, na vertical, sendo a parte que fica junto à haste de cor verde, ocupando dois quintos da superfície e a outra parte de cor vermelha, ocupando três quintos.<br />
Simbologia<br />
Cor Verde - Representa a esperança em melhores dias de prosperidade e bem-estar e também os campos verdejantes.<br />
Cor Vermelha - Representa o valor e o sangue derramado nas conquistas, nas descobertas, na defesa e no engrandecimento da Pátria.<br />
Esfera Armilar - Situa-se no centro da divisão das duas faixas, simbolizando as viagens dos navegadores portugueses pelo Mundo, nos séculos XV e XVI.<br />
Armas de Portugal - Assentam sobre a esfera armilar, sendo compostas por um escudo maior com outro mais pequeno brocante, simbolizando o escudo, a arma de defesa utilizada pelos nossos antepassados nos combates.<br />
Escudo Maior - É vermelho e à sua volta estão representados sete castelos que representam as cidades fortificadas que D. Afonso III tomou aos mouros.<br />
Escudo Pequeno - É branco e encerra cinco escudetes azuis pequenos, fazendo alusão às cinco chagas de Jesus Cristo. Cada um desses escudos contêm cinco besantes de prata que contando duas vezes os da quina do meio, recordam os trinta dinheiros pelos quais Judas vendeu Jesus Cristo e simbolizam o poder régio de cunhar moeda.<br />
Autores da Bandeira Republicana<br />
Columbano, João Chagas e Abel Botelho.
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/08/08/bandeira#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 21:07:25 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>history</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/08/07/history</link>
	<guid>http://tascha.nireblog.com/post/2008/08/07/history</guid>
		<description><![CDATA[<p>beginning<br />
As I sat there in English class, I stared at the girl next to me. She was my so called “best friend”. I stared at her long, silky hair, and wished she was mine. But she didn’t notice me like that, and I knew it. After class, she walked up to me and asked me for the notes she had missed the day before and handed them to her. She said “thanks” and gave me a kiss on the cheek. I wanted to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just too shy, and I don’t know why.</p>
<p>11th Grade<br />
The phone rang. On the other end, it was her. She was in tears, mumbling on and on about how her love had broke her heart. She asked me to come over because she didn’t want to be alone, so I did. As I sat next to her on the sofa, I stared at her soft eyes, wishing she was mine. After 2 hours, one Drew Barrymore movie, and three bags of chips, she decided to go to sleep. She looked at me, said “thanks” and gave me a kiss on the cheek. I want to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just too shy, and I don’t know why.</p>
<p>Senior Year<br />
The day before prom she walked to my locker. “My date is sick” she said: he’s not going to go well, I didn’t have a date, and in 7th grade, we made a promise that if neither of us had dates, we would go together as “best friends”. So we did. Prom night, after everything was over, I was standing at her front door step. I stared at her as she smiled at me and stared at me with her “sparkling eyes”. I want her to be mine, but she doesn’t think of me like that, and I know it. Then she said, “I had the best time, thanks!” and gave me a kiss on the cheek. I want to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just to shy, and I don’t know why.</p>
<p>Graduation Day<br />
A day passed, then a week, then a month. Before I could blink, it was graduation day. I watched as her perfect body floated like an angel up on stage to get her diploma. I wanted her to be mine, but she didn’t notice me like that, and I knew it. Before everyone went home, she came to me in her smock and hat, and cried as I hugged her. Then she lifted her head from my shoulder and said, “You’re my best friend, thanks” and gave me a kiss on the cheek. I want to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just to shy, and I don’t know why.</p>
<p>A Few Years Later<br />
Now I sit in the pews of the church. That girl is getting married now. I watched her say”I do” and drove off her new life, married to another man. I wanted her to be mine, but she didn’t see me like that, and I knew it. But before she drove away, she came to me and said, “You came!” She said “thanks” and kissed me on the cheek. I want to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just to shy, and I don’t know why.</p>
<p>Funeral<br />
Years passed; I looked down at the coffin of a girl who used to be my “best friend”. At the service, they read a diary entry she had wrote in her high school years. This is what it read: I stare at him wishing he was mine, but he doesn’t notice me like that, and I know it. I want to tell him, I want him to know that I don’t want to be just friends, I love him but I’m just too shy, and I...I wish I did too….I thought to myself, and I cried...
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/08/07/history#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 21:51:50 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Fés do Mundo</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/25/fes-do-mundo</link>
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		<description><![CDATA[<p>Todas as fés do mundo se baseiam em invenções é essa a definição de fé – aceitação daquilo que imaginamos ser verdade, daquilo que não podemos provar.<br />
Todas as religiões descrevem deus através de metáforas, de alegorias, de exageros, desde os antigos egípcios até as catequistas de nossos dias… as metáforas são uma maneira de ajudar as nossas mentes a processar o improcessável.<br />
Os problemas surgem quando começamos a acreditar literalmente nas nossas próprias mataforas…
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/25/fes-do-mundo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 21:16:48 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Chá</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/25/cha</link>
	<guid>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/25/cha</guid>
		<description><![CDATA[<p>- 2 chávenas de chá com leite<br />
- sopa de ceboura<br />
- peixe grelhado com salada de tomate<br />
- torta de amendoa<br />
- fatia de bolo de chocolate<br />
- 1 iogurte magro<br />
- 1 nesquik<br />
- 3 bolachas
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/25/cha#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 21:11:56 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>sonho</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/24/sonho</link>
	<guid>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/24/sonho</guid>
		<description><![CDATA[<p>
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/24/sonho#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 22:11:30 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Agora</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/24/agora</link>
	<guid>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/24/agora</guid>
		<description><![CDATA[<p>Existe apenas uma idade para sermos felizes, apenas uma época da vida de cada pessoa em que é possível sonhar, fazer planos e ter energia suficiente para os realizar apesar de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para nos encantarmos com a vida, para vivermos apaixonadamente e aproveitarmos tudo com toda a intensidade, sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que podemos criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança, vestirmo-nos com todas as cores, experimentar todos os sabores e entregarmo-nos a todos os amores sem preconceitos nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite à luta que enfrentamos com toda a disposição de tentar algo novo e de novo quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz da nossa vida chama-se Presente e tem a duração do instante que passa...
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/24/agora#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 21:36:04 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>chá</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/24/cha</link>
	<guid>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/24/cha</guid>
		<description><![CDATA[<p>- 4 chávenas chá preto com leite<br />
- 1 fatia de pão com manteiga<br />
- 1 croassant de fiambre com manteiga<br />
- 1 iogurte<br />
- 1 banana<br />
- 1 garrafa de chá verde
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/24/cha#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 21:32:18 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Universo consciente de si próprio</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/11/universo-consciente-de-si-proprio</link>
	<guid>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/11/universo-consciente-de-si-proprio</guid>
		<description><![CDATA[<p>A cosmologia moderna redescobriu a antiga aliança entre o homem e o Cosmos. O homem é filho das estrelas, irmão dos animais selvagens, primo das flores do campo; todos nós somos apenas poeiras de estrelas. A astrofísica revela-nos que o aparecimento da vida e da consciência a partir da sopa primordial dependeu de uma regulação extremamente precisa das leis da Natureza e das condições iniciais do Universo. Se a intensidade das forças fundamentais tivesse variado, por pouco que fosse, nós não estaríamos cá para falar delas, as estrelas não se teriam formado, e não poderiam ter exercido a sua maravilhosa alquimia nuclear. Teria sido o adeus aos elementos pesados que constituíram a base da vida!</p>
<p>Mas as leis físicas são especiais de um ponto de vista ainda mais subtil. Não somente permitiram ao homem entrar em cena, como também lhe conferiram o dom de compreender o mundo que o alberga. O facto de o homem não ser cegamente afectado pelas leis da Natureza, sem as compreender, é portador de significado. A nossa capacidade de fazer ciência e decifrar o código cósmico sugere a existência de uma conexão íntima entre o nosso mundo mental e o mundo das formas platónicas. O círculo foi fechado. Penso que isso não aconteceu por acaso.</p>
<p>Acaso ou necessidade? Ambas as alternativas são possíveis:<br />
- ou o homem surgiu num Universo desprovido de sentido, que lhe é completamente indiferente;<br />
- ou a sua vinda foi programada desde o princípio, a fim de que ele desse sentido ao Universo compreendendo-o.</p>
<p>A ciência nunca poderá escolher entre estas duas possibilidades. Teremos pois de fazer apelo a outros modos de conhecimento, como a intuição mística, ou religiosa, informada e esclarecida pelas descobertas da Ciência e assim postulando a existência de uma Causa Primeira, que regulou simultaneamente as leis físicas e as condições iniciais para que o Universo tomasse consciência de si próprio?
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/11/universo-consciente-de-si-proprio#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 21:37:03 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>mentira</title>
	<link>http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/11/mentira</link>
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		<description><![CDATA[<p>«...Dá-me uma mentira, desde que seja verdade. Por todas as falácias ouvidas, e algumas desejadas, nem por isso sentidas, ou confirmadas. Por todos os desejados, sem possuír, e possuídos sem desejar. Por todos os apogeus imaginados.»
</p>
<p><a href="http://tascha.nireblog.com/post/2008/07/11/mentira#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 21:34:26 +0100</pubDate>	</item>
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