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Vrod

Arquivo: Agosto 2008

09/08/2008 GMT 1

Superstições

tascha @ 21:26

Os humanos batem três vezes com os nós dos dedos na madeira e dizem ao mesmo tempo: “Isola” ou “O diabo seja cego, surdo e mudo”.

De facto, este deve ser o número um do top das superstições. Não deve haver ninguém, que depois de proferir alguma sentença azarenta (as relacionadas com a morte são as que provocam reacções mais barulhentas), não procure desesperadamente um pedaço de madeira. Ora, como todos nós sabemos, a madeira é um material que isola. Ao tocar na madeira, estamos a fazer barulho para evitar que o diabo oiça as palavras indesejadas que acabámos de dizer.

Os humanos não passam por baixo de escadas. Dizem que dá azar. E não, não tem nada a ver com receio de que estas lhes caem em cima.

Há duas justificações que dão força a esta ideia. A primeira relaciona-se com o facto de o triângulo ser: para muitas religiões, o símbolo da vida. Ora, uma escada encostada a uma parede encostada completa um triangulo e quando alguém passa no meio dele está a rompê-lo, ou seja, a interromper a própria vida.
A outra explicação tem a ver com o facto de há muitos séculos as escadas terem sido o instrumento utilizado para enforcar criminosos e os seus fantasmas permanecerem junto delas.

Os humanos assustam-se quando um gato preto se lhes atravessa à frente.

O gato sempre foi visto como um animal com “poderes” especiais. No antigo Egipto era um ser divino, razão pela qual ainda hoje se diz que um gato tem sete vidas. Eram ainda os companheiros das feiticeiras, e estas, por sua vez, também podiam assumir a forma de gatos. Assim, nunca se sabe se o gato preto que caminha à nossa frente não será uma feiticeira.

Os humanos detestam partir espelhos. E o problema não está no seu valor!

Toda a gente sabe que um espelho partido significa sete anos de azar. A justificação para isto é que já não é assim tão conhecida. Diz uma velha tradição que o espelho reflecte a alma de quem olha para ele. Quando se parte um espelho, quebra-se igualmente a alma de quem olhou para ele e, consequentemente, perde a oportunidade de se salvar após a morte.

Quando entornam sal, os humanos têm o estranhíssimo hábito de atirar pitadas do mesmo por cima do ombro.

Dada a sua capacidade de conservar os alimentos, o sal foi identificado como aquilo que combate a podridão, o espírito da morte. Ora, quem derramasse sal, estaria a destruir o símbolo da vida, e logo o espírito do mal se colocaria atrás do seu ombro esquerdo. Para o afastar, seria necessário atirar um pouco de sal directamente para a cara – por cima do ombro esquerdo!!!!!!!!!!!!!

Os humanos não abrem um chapéu-de-chuva dentro de casa. Nem para ver se aquele que acabou de lhes ser oferecido é bonito!!!!!!!

A origem desta ideia vem do Oriente, onde os chapéus eram utilizados para proteger do sol. Considerava-se que abrir um chapéu onde não houvesse sol era um mau agoiro e, por essa razão, era impensável faz elo em casa. Por outro lado, em muitas outras partes do mundo espalhou-se a ideia de que este objecto tinha poderes sobre o estado do clima. Assim, não era conveniente utiliza-lo para outros fins que não esses.

Os humanos colocam uma ferradura à entrada de suas casas!

São muitas as razões por que um objecto tão peculiar é considerado um amuleto. Por um lado, a ferradura é feita no fogo sagrado. Por outro, sagrado também é o ferro, dado o seu brilho ter o poder de cegar os espíritos maus. Confirmava ainda esta ideia de objecto sagrado o facto de os animais deixarem colocar ferraduras nos seus cascos sem se queixarem de dor. Segundo outras opiniões, o formato da ferradura simbolizava o céu e o telhado de casa, representando a vida espiritual e material do homem. Se for colocada de lado, tem ainda a característica de representar a inicial do nome de Cristo.

Os humanos colocam velas acesas nos bolos de aniversário!!!!!!

Este é um costumo que tem origem no ritual da deusa grega Artemisa, deusa da lua e padroeira dos casamentos e dos partos. Este ritual era comemorado com fogos sagrados e sobre os altares eram colocados bolos em forma de lua.. È também proveniente daí a ideia de que as velas devem ser apagadas com um só sopro para que se realize um desejo.

Os humanos não gostam nada do número 13!!!!!!!!!!

13 Era o número de pessoas que se sentaram à mesa da última ceia de Cristo. Por essa razão, os mais supersticiosos nunca se sentam a uma mesa com esse número de pessoas, pois isso significaria que uma delas morreria. Quando se conjuga o 13º dia do mês com uma sexta-feira, ainda mais perigoso se torna, na medida em que associado à sexta-feira estão “só” acontecimentos como: a crucificação de Cristo, a tentação de Eva pela serpente e o inicio do dilúvio.

08/08/2008 GMT 1

Bandeira

tascha @ 21:07

Bandeira Nacional Portuguesa

Descrição Heráldica e Considerações Históricas
Os símbolos da Pátria são: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional e o Chefe de Estado.
A Bandeira Nacional representa as lutas da fundação, a independência e restauração de Portugal e os descobrimentos marítimos.
No reinado de D. Afonso Henriques a Bandeira era branca com uma cruz azul larga ao centro, simbolizando o emblema do cruzado e o azul, a cor principal das armas da Casa de Borgonha.
Sofrendo várias alterações ao longo dos vários reinados, a Bandeira Nacional com a Implantação da República passa a ser verde e vermelha, sendo composta por um rectângulo de pano cuja altura é igual a dois terços da largura.
É dividida em duas partes, na vertical, sendo a parte que fica junto à haste de cor verde, ocupando dois quintos da superfície e a outra parte de cor vermelha, ocupando três quintos.
Simbologia
Cor Verde - Representa a esperança em melhores dias de prosperidade e bem-estar e também os campos verdejantes.
Cor Vermelha - Representa o valor e o sangue derramado nas conquistas, nas descobertas, na defesa e no engrandecimento da Pátria.
Esfera Armilar - Situa-se no centro da divisão das duas faixas, simbolizando as viagens dos navegadores portugueses pelo Mundo, nos séculos XV e XVI.
Armas de Portugal - Assentam sobre a esfera armilar, sendo compostas por um escudo maior com outro mais pequeno brocante, simbolizando o escudo, a arma de defesa utilizada pelos nossos antepassados nos combates.
Escudo Maior - É vermelho e à sua volta estão representados sete castelos que representam as cidades fortificadas que D. Afonso III tomou aos mouros.
Escudo Pequeno - É branco e encerra cinco escudetes azuis pequenos, fazendo alusão às cinco chagas de Jesus Cristo. Cada um desses escudos contêm cinco besantes de prata que contando duas vezes os da quina do meio, recordam os trinta dinheiros pelos quais Judas vendeu Jesus Cristo e simbolizam o poder régio de cunhar moeda.
Autores da Bandeira Republicana
Columbano, João Chagas e Abel Botelho.

07/08/2008 GMT 1

history

tascha @ 21:51

beginning
As I sat there in English class, I stared at the girl next to me. She was my so called “best friend”. I stared at her long, silky hair, and wished she was mine. But she didn’t notice me like that, and I knew it. After class, she walked up to me and asked me for the notes she had missed the day before and handed them to her. She said “thanks” and gave me a kiss on the cheek. I wanted to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just too shy, and I don’t know why.

11th Grade
The phone rang. On the other end, it was her. She was in tears, mumbling on and on about how her love had broke her heart. She asked me to come over because she didn’t want to be alone, so I did. As I sat next to her on the sofa, I stared at her soft eyes, wishing she was mine. After 2 hours, one Drew Barrymore movie, and three bags of chips, she decided to go to sleep. She looked at me, said “thanks” and gave me a kiss on the cheek. I want to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just too shy, and I don’t know why.

Senior Year
The day before prom she walked to my locker. “My date is sick” she said: he’s not going to go well, I didn’t have a date, and in 7th grade, we made a promise that if neither of us had dates, we would go together as “best friends”. So we did. Prom night, after everything was over, I was standing at her front door step. I stared at her as she smiled at me and stared at me with her “sparkling eyes”. I want her to be mine, but she doesn’t think of me like that, and I know it. Then she said, “I had the best time, thanks!” and gave me a kiss on the cheek. I want to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just to shy, and I don’t know why.

Graduation Day
A day passed, then a week, then a month. Before I could blink, it was graduation day. I watched as her perfect body floated like an angel up on stage to get her diploma. I wanted her to be mine, but she didn’t notice me like that, and I knew it. Before everyone went home, she came to me in her smock and hat, and cried as I hugged her. Then she lifted her head from my shoulder and said, “You’re my best friend, thanks” and gave me a kiss on the cheek. I want to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just to shy, and I don’t know why.

A Few Years Later
Now I sit in the pews of the church. That girl is getting married now. I watched her say”I do” and drove off her new life, married to another man. I wanted her to be mine, but she didn’t see me like that, and I knew it. But before she drove away, she came to me and said, “You came!” She said “thanks” and kissed me on the cheek. I want to tell her, I want her to know that I don’t want to be just friends, I love her but I’m just to shy, and I don’t know why.

Funeral
Years passed; I looked down at the coffin of a girl who used to be my “best friend”. At the service, they read a diary entry she had wrote in her high school years. This is what it read: I stare at him wishing he was mine, but he doesn’t notice me like that, and I know it. I want to tell him, I want him to know that I don’t want to be just friends, I love him but I’m just too shy, and I...I wish I did too….I thought to myself, and I cried...

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